Comissão de Sustentabilidade

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Veja como foi a primeira Roda de Conversa.

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A Comissão Interna da Faculdade de Enfermagem da UNICAMP estará promovendo, durante todo o mês de Outubro, rodas de conversa sustentáveis e dançantes!!! As rodas abordarão temas ligados à sustentabilidade e ao consumo consciente e as oficinas de dança de salão tem o objetivo de ampliar e estimular a conexão e expressão corporal em diferentes ritmos (samba, forró, salsa e sertanejo)

Teremos um delicioso lanche saudável entre as duas atividades!!!

Venha participar e contribuir para uma comunidade sustentável no consumo e nas emoções

Caso tenha alguma dúvida, entre em contato pelo e-mail: sustfenf@unicamp.br                                                                                                      

As vagas são limitadas e é necessária a inscrição pelo link: https://forms.gle/9tBN3TQVroEucbdz9

O evento é gratuito!!!

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Você Sabia ?


A FEnf já tem implementado em sua rotina algumas medidas que podem parecer mínimas, mas causam grande impacto positivo quando pensamos em desenvolvimento sustentável. Assim, sem prejudicar seu funcionamento, vem contribuindo para a redução de danos ao meio ambiente, mostrando que é capaz se desenvolver suprindo as necessidades atuais, garantindo o atendimento das necessidades de gerações futuras, ou seja, desenvolver sem esgotar os recursos para o futuro.
FONTE:https://www.wwf.org.br/participe/porque_participar/sustentabilidade/

O impacto do descartável ao meio ambiente

Estima-se que são consumidos, no Brasil, cerca de 720 milhões de copos descartáveis por dia, o que corresponde a 1500 toneladas de resíduos plásticos produzidos diariamente segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos (ABRELPE).

Esses copos são produzidos a partir de poliestireno, componente derivado do petróleo, que é uma fonte não renovável de matéria-prima. Produtos fabricados a partir desse material não são biodegradáveis, ou seja, não são decompostos pelos microorganismos presentes na natureza, o que faz com que o seu tempo no meio ambiente seja muito longo.
FONTE:http://www.impactounesp.com.br/2018/05/copos-plasticos-qual-e-o-impacto-do.html

Uso de copos descartáveis na FEnf

 A população da nossa instituição já foi sensibilizada quanto ao uso de copos reutilizáveis, trabalho realizado durante a gestão anterior da Comissão de Sustentabilidade, que hoje já podemos visualizar bons frutos evidenciados pela redução do pedido deste item em 10.700 copos (unidade), levantamento de 2017 até Agosto de 2019. Sendo assim, aqui prezamos pelo não uso de copos descartáveis, tendo cada um à sua caneca/copo, além de um acervo de copos e canecas para docentes e funcionários; lançando mão do recurso descartável apenas em eventos onde o número de pessoas seja superior ao nosso acervo de copos reutilizáveis disponíveis.

O problema da escassez de água no mundo

A escassez de água no mundo é agravada em virtude da desigualdade social e da falta de manejo e usos sustentáveis dos recursos naturais. De acordo com os números apresentados pela ONU – Organização das Nações Unidas – fica claro que controlar o uso da água significa deter poder.
Segundo a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), menos da metade da população mundial tem acesso à água potável. A irrigação corresponde a 73% do consumo de água, 21% vai para a indústria e apenas 6% destina-se ao consumo doméstico.
FONTE:https://cetesb.sp.gov.br/aguas-interiores/informacoes-basicas/tpos-de-agua/o-problema-da-escasez-de-agua-no-mundo/

FEnf economizando água

Como podemos perceber, tem sido tema de várias notícias o assunto escassez de água, ocasionado pelo desperdício da mesma. Dessa forma, uma ação implementada pela atual Comissão de Sustentabilidade desta instituição foi a redução em 50% do tempo de disponibilização de água em torneiras com temporizador, presentes na unidade, sem lesar a devida higienização das mãos quando necessária. Uma medida simples, que gera uma economia significante e atua diretamente no problema que temos hoje instalado mundialmente.

O impacto do papel sulfite ao meio ambiente

As etapas de preparação da celulose que mais causam impactos ambientais são a etapa florestal, o branqueamento e a destinação dos resíduos.
No caso brasileiro, a matéria-prima da celulose provém de fazendas de árvores plantadas. Já nos países escandinavos e no Canadá, ela é obtida de florestas nativas de propriedade estatal, o que representa um problema significativo de desmatamento de mata nativa, principalmente porque as espécies nativas são de crescimento lento. Por outro lado, no caso das árvores plantadas, os impactos ambientais estão relacionados principalmente à perda da biodiversidade (tanto da flora quanto da fauna), causada pela monocultura, a exaustão do solo, a invasão de pragas e a contaminação dos recursos hídricos, devido ao uso de pesticidas.
FONTE:https://www.ecycle.com.br/244-papel-sulfite

Como a FEnf utiliza o papel sulfite?

Você sabia que na FEnf, as impressoras são configuradas para imprimirem frente e verso, sendo essa a primeira opção. Já percebemos um impacto de redução de folhas impressas por pessoa; dessa forma somente quando for necessário o impresso ocorrer de um único lado da folha, a configuração deverá ser mudada por quem o executa. Além desta ação, temos também o aproveitamento das folhas que por ventura foram impressas erradas e não serão utilizadas, servindo como rascunho. As mesmas ficam disponíveis a todos, no mesmo local em que se localiza a impressora.

Membros da comissão:

Maria Giovana Borges Saidel, Clara Fróes de Oliveira Sanfelice, Ruana Luiz Ferreira Da Silva e Renato Caires.

Alunos colaboradores

Clara Falcão, Bárbara Tereza, Maria Clara e Natallie Frassane

A Campanha Mundial do Lixo Zero e a sustentabilidade


A Campanha Mundial do Lixo Zero está integralmente articulada com a sustentabilidade, pois traz a necessidade de discussões sobre temas que objetivam sensibilizar a população em prol do meio ambiente. Atualmente a falta de cuidado com o lixo que produzimos produz consequências que causam grande impacto na saúde, sociedade e economia do planeta em que habitamos. Segundo a Organização Mundial da Saúde traz alguns dados importantes para reflexão: a poluição do ar mata 7 milhões de pessoas por ano e a poluição da natureza que contempla a questão do lixo é responsável anualmente por aproximadamente 12 milhões de mortes. Outro dado alarmante é que os 50 maiores lixões do mundo colocam 64 milhões de pessoas em risco de vida e ainda segundo a Organização Internacional do Trabalho “...países em desenvolvimento são o destino de 80% do lixo eletrônico produzido nas nações mais ricas”.
   

    Essas informações advindas de organizações importantes do planeta apontam para a necessidade de repensarmos nosso consumo e consequentemente nossa produção de lixo. É preciso refletir, problematizar e investir em fontes renováveis, com maior duração e com possibilidade de reciclagem. Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, ocupamos, no Brasil, a 4ª posição dos países que mais produzem lixo no mundo, com 11,3 milhões de toneladas, e dessa quantidade apenas 1,28% são reciclados. Em relação aos impactos econômicos, esse baixo índice de reciclagem acarreta em uma perda de R$ 5,7 bilhões por ano em nosso país.  Segundo informações do site beegreen, é necessário a mudança dessa realidade por meio de duas ações que precisam ocorrer com urgência: a desativação sistemática e efetiva dos mais de dois mil lixões que existem no Brasil e a implantação de uma rede regionalizada de aterros sanitários. Com essas ações haveria um aumento do índice de reciclagem e como consequência aumentariam os valores arrecadados com essa atividade. Ainda de acordo com o site, para que essas possibilidades se tornem realidades é nosso dever estimular o debate público sobre a produção de lixo e sua reutilização com o objetivo de engajar o máximo de pessoas possíveis sobre a causa sustentável.
   

E é com esse intuito que a Comissão Interna de Sustentabilidade da Faculdade de Enfermagem da UNICAMP tem investido em promover debates, realizar campanhas de sensibilização e convidar as pessoas que sentem-se tocadas com essa pauta em fazer parte dessa rede em prol do nosso planeta!!!

Membros da comissão:

Maria Giovana Borges Saidel, Clara Fróes de Oliveira Sanfelice, Ruana Luiz Ferreira Da Silva e Renato Caires.

Alunos colaboradores

Clara Falcão, Bárbara Tereza, Maria Clara e Natallie Frassane

 

Gerenciamento de Resíduos nos serviços de saúde


De acordo com a Resolução Nº 306, de 7 de dezembro de 2004, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária-ANVISA, o gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde (RSS) é definido como um conjunto de procedimentos e ações voltados ao gerenciamento dos resíduos que são gerados no âmbito da instituição de saúde. Estes procedimentos são planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos de serviços de saúde e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.

O gerenciamento se inicia pelo planejamento dos recursos físicos e dos recursos materiais necessários, culminando na capacitação dos recursos humanos envolvidos no processo. Deve focar os aspectos intra e extra-estabelecimento, e inclui as seguintes etapas:

1.    Segregação: consiste na separação dos resíduos no momento e local de sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, o seu estado físico e os riscos envolvidos.

2.    Acondicionamento: trata-se do ato de embalar os resíduos segregados, em sacos ou recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações de punctura e ruptura.

3.    Identificação: esta etapa permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações ao seu correto manejo.

4.    Transporte interno: consiste no translado dos resíduos dos pontos de geração até local destinado ao armazenamento temporário ou armazenamento externo com a finalidade de apresentação para a coleta. Deve ser realizado atendendo roteiro previamente definido e em horários não coincidentes com a distribuição de roupas, alimentos e medicamentos, períodos de visita ou de maior fluxo de pessoas ou de atividades.

5.    Armazenamento Temporário: trata-se da guarda temporária dos recipientes contendo os resíduos já acondicionados, em local próximo aos pontos de geração, visando agilizar a coleta dentro do estabelecimento e otimizar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado à apresentação para coleta externa.

6.    Tratamento: consiste na descontaminação dos resíduos (desinfecção ou esterilização) por meios físicos ou químicos, realizado em condições de segurança e eficácia comprovada, no local de geração, a fim de modificar as características químicas, físicas ou biológicas dos resíduos e promover a redução, a eliminação ou a neutralização dos agentes nocivos à saúde humana, animal e ao ambiente.

7. Armazenamento Externo: fase de guarda dos recipientes de resíduos até a realização da etapa de coleta externa, em ambiente exclusivo com acesso facilitado para os veículos coletores.

8. Coleta e Transporte Externos: trata-se da remoção dos RSS do abrigo de resíduos (armazenamento externo) até a unidade de tratamento ou disposição final, utilizando-se técnicas que garantam a preservação das condições de acondicionamento e a integridade dos trabalhadores, da população e do meio ambiente.

9. Disposição Final: consiste na disposição de resíduos no solo, previamente preparado para recebê-los, obedecendo a critérios técnicos de construção e operação, e com licenciamento ambiental de acordo com a Resolução CONAMA nº. 237/97

Membros da comissão:

Maria Giovana Borges Saidel, Clara Fróes de Oliveira Sanfelice, Ruana Luiz Ferreira Da Silva e Renato Caires.

Alunos colaboradores

Clara Falcão, Bárbara Tereza, Maria Clara e Natallie Frassane

Diferença entre Lixo e Resíduo


Com o crescimento constante da população mundial e o aumento indiscriminado da geração de lixo e resíduos, o meio ambiente vem sofrendo maciçamente com a forma como eles são eliminados. A poluição das águas e dos solos é crescente, uma consequência da falta de tratamento adequado para ambos — que, muitas vezes, é simplesmente acumulado em grandes descampados ou em córregos e rios.

Lixo e resíduo são palavras normalmente usadas como sinônimos. Porém existem diferenças entre elas. Saber diferenciar duas simples palavras pode mudar sua visão a respeito do que fazer com o que sobra dos processos e atividades organizacionais além de poder tomar as corretas atitudes em relação a cada um desses problemas urbanos.

Você pode estar agravando prejuízos ao meio ambiente e até mesmo jogando dinheiro fora se não souber a diferença entre lixo e resíduo.

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o lixo é definido como os restos das atividades humanas, considerados pelos geradores como inúteis, indesejáveis ou descartáveis, podendo se apresentar no estado sólido e líquido, desde que não seja passível de tratamento.

Já resíduo pode ser definido como tudo aquilo que pode ser reutilizado e reciclado e, para isto, este material precisa ser separado por tipo, o que permite a sua destinação para outros fins. Podem ser encontrados nas formas sólida (resíduos sólidos), líquida (efluentes) e gasosa (gases e vapores).

Também segundo a ABNT, resíduos sólidos são aqueles que resultam de atividades de origem industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição. Ficam incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cuja particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos de água, ou exijam para isso soluções, técnica e economicamente, inviáveis em face à melhor tecnologia disponível.

Através da compreensão adequada desses termos é possível destinar corretamente lixos e resíduos e com isso diminuir os agravamentos prejudiciais ao meio ambiente.

Membros da comissão:

Maria Giovana Borges Saidel, Clara Fróes de Oliveira Sanfelice, Ruana Luiz Ferreira Da Silva e Renato Caires.

Alunos colaboradores

Clara Falcão, Bárbara Tereza, Maria Clara e Natallie Frassane

 

Campanha Mundial do Lixo Zero: História, conceitos e ações.


A Campanha Mundial do Lixo Zero teve sua definição aceita em 29 de novembro de 2004, e sua versão revisada em 12 de agosto de 2009, atualmente utilizada. Seu conceito, já pensado desde de 2002, se volta para o máximo aproveitamento e correto encaminhamento dos resíduos recicláveis e orgânicos, e a redução do envio de tais materiais para aterros sanitários e incineração.

Apesar de autorizada a se responsabilizar a cuidar da campanha no Brasil, o Instituto Lixo Zero Brasil (ILZB) segue os conceitos da organização mundial Zero Waste International Aliance (ZWLA): “Uma meta ética, econômica, eficiente e visionária para guiar as pessoas a mudar seus modos de vidas e praticas de forma a incentivar os ciclos naturais sustentáveis, onde todos os materiais são projetados para permitir sua recuperação e uso pós-consumo”.

O conceito se evidencia pelos 5 R’s:

  • Recusar – repensar o uso de produtos que gerarão lixos desnecessários;
  • Reduzir – diminuição de resíduos de acordo com hábitos repensados;
  • Reutilizar – dar um novo objetivo à resíduos que seriam descartados;
  • Compostar (de Rot) – produção de adubo através de resíduos orgânicos;
  • Reciclar – transformação de resíduos inorgânicos que seriam descartados;

A partir dessa lógica, é importante refletir sobre quem são os responsáveis por executar os 5 R’s sendo eles majoritariamente as indústrias através de embalagens repensadas; do comércio dando preferência para industrias adeptas ao Lixo Zero; o consumidor analisando o consumo, o uso e o descarte; e por fim o governo para fiscalizar e harmonizar a responsabilidades dos outros setores.

Dessa forma a Comissão Interna de Sustentabilidade da Faculdade de Enfermagem da Unicamp relembra aos alunos a importância de fazer a sua parte, pois a responsabilidade da manutenção do meio ambiente é coletiva, e pode ser feita através de pequenos atos diários, como por exemplo o descarte consciente, separando os resíduos entre orgânicos e recicláveis.

Membros da comissão:

Maria Giovana Borges Saidel, Clara Fróes de Oliveira Sanfelice, Ruana Luiz Ferreira Da Silva e Renato Caires.

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Clara Falcão, Bárbara Tereza, Maria Clara e Natallie Frassane

Empresas e ONGs apostam em hortas urbanas em São Paulo


Edição do Globo Rural de 04/08/2019 apresenta projetos de utilização de espaços poucos aproveitados em prédios ou terrenos para garantir frutas e hortaliças sustentáveis para moradores dos principais centros urbanos.

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Etiópia planta 350 milhões de árvores em um dia para ajudar a combater a crise climática


A Etiópia preocupada com o avanço da degradação ambiental, lança mão de uma campanha intitulada Green Legacy, que é um movimento para apoiar ações ambientais nacionais. Como meta, para iniciar e divulgar a campanha, a Etiópia propôs plantar cerca de200 milhões de mudas em um único dia reservado para esta ação, que foi o dia 29 de julho de 2019, a fim de estabelecer um novo recorde mundial e surpreendeu, não só alcançando como atingindo cobertura maior do que a esperada, plantando 350 milhões de árvores em um único dia.

A proposta é que cada cidadão plante pelo menos 40 mudas, para então cultivar 4 bilhões de árvores no país, ainda neste verão.>

Essa campanha busca sensibilizar o público sobre a assustadora degradação ambiental que vem ocorrendo e educar a sociedade sobre a importância de melhorar o comportamento perante as ações que prejudicam o meio ambiente. Sendo assim, o primeiro ministro Abiy Ahmed, convida a sociedade a se envolver ativamente neste contexto.

O meio ambiente agradece, e podemos a partir dessa campanha sensibilizar o máximo de pessoas possíveis para que a ação tenha um alcance cada vez maior.

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Sustentabilidade em saúde e medicina de precisão no HIDS


Com objetivo de convidar a comunidade da Unicamp a participar do processo de construção do conteúdo do HIDS, a equipe envolvida no projeto visitou 30 unidades, centros e núcleos da universidade, nos campi de Campinas, Piracicaba e Limeira. Após a apresentação do projeto, professores, pesquisadores, alunos e funcionários foram convidados a enviar sugestões sobre o formato de ocupação do Hub e sobre as atividades que poderão ser desenvolvidas naquele território.

A Faculdade de Enfermagem da Unicamp sugeriu que o HIDS adote como um valor a sustentabilidade em saúde de ponta a ponta por meio da promoção, prevenção e desenvolva projetos na área da medicina de precisão. “Visando, ao mesmo tempo criar novos modelos de atenção à saúde, propomos desenvolver projetos em possíveis parcerias com a FEF, a FCA, a FCM e o IC sob o referencial da saúde de precisão”, está descrito na proposta da FENF. A medicina de precisão considera que o tratamento médico deve ser adaptado às características individuais de cada paciente. Isso não significa, no entanto, que devem ser criadas drogas ou dispositivos médicos exclusivos para cada paciente. Trata-se da capacidade de classificar indivíduos em subpopulações que diferem em sua suscetibilidade a uma determinada doença, na biologia e/ou no prognóstico das doenças que podem desenvolver, ou em sua resposta a um tratamento específico. Intervenções preventivas ou terapêuticas podem então ser concentradas naqueles que serão beneficiados, poupando gastos e efeitos colaterais para aqueles que não o farão.

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Semana de sensibilização do Tabagismo


A Comissão de Sustentabilidade juntamente com a CIPA, Coordenação do curso de Graduação e Diretoria da Faculdade de Enfermagem/UNICAMP realizou de 27 a 31 de maio de 2019 a “Semana de sensibilização do Tabagismo”. Motivados pelo dia mundial sem tabaco – 31 de maio – servidores e docentes se mobilizaram para divulgar informações através diversos meios de comunicação para abertura de debates e reflexões sobre o tema. A semana contou inicialmente com a distribuição de folders e infográficos por e-mail para a comunidade FENF sobre temas ligados ao consumo do cigarro e seus impactos no meio ambiente, na sociedade e nos recursos econômicos pessoais.

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